Visões
Certas vezes deixamos coisas escapulirem de nosso alcance, de nossas mãos. Perscrutar quedas, falas descontentamentos sob tudo visto a olho exiguamente nu. O nu nada mais é ou possa ser uma retirada de máscaras, conceitos, erros e desacertos que porventura ocorrem em uma velocidade ímpar na relação de tempo e espaço. Descortina-se, desmonta-se, desconstrói e logo depois o quebra- cabeça humano é montado e plastificado por uma cápsula, uma capa extremamente ínfima diante a imensidão de todo o ser. Diante a encapsulação e a agregação de adereços derivados de toda a vaidade e ambição humanas, novos campos visíveis são montados e assim há a desconstrução e construção a cada dia.Quando novamente possa-se ao menos precaver ou até mesmo evitar que essas palavras, fatos e situações fiquem ao vento, agarra-se em uma linha muito tênue entre as coisas findas e as coisas crepusculares na então aceleração diária de relações interpessoais.Assim o faça.Diante de coisas de natureza simplória observa-se então que tudo possa ter um ar de facilidade enquanto a obtenção de resultados.Contudo, as escolhas que possam vir a ser tomadas são determinantes para possíveis resultados e caminhos os quais possam se optar quanto a infinitude experimental fixa ou a finitude experimental volátil.
Fabiane Costa de Abreu
22/07/08
18:56


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